Rio de Janeiro, 26 de Junho de 2020 | Ano 14 | Nº 709

Especialista em Vendas mostrou como vender mais seguros após a pandemia

Para Diego Maia, a grande mudança ocasionada pelo coronavírus foi a tecnológica

“A transformação chegou e veio para ficar”. As mudanças nas relações comerciais e na forma de fazer negócios após a pandemia do novo coronavírus foram os temas centrais da MasterClass “Como Vender Seguros e Fidelizar Clientes no novo normal?”. Promovido pela ENS na última quarta-feira, 24 de junho, o evento foi apresentado por Diego Maia, um dos maiores especialistas em Vendas do Brasil.

Segundo Diego Maia, a pandemia da Covid-19 trouxe uma nova realidade, um mundo novo, e muitas transformações. “A situação alterou as relações de trabalho, de consumo, pessoais, entre os clientes. Acelerou processos, como a atuação em home office, e trouxe um monte de novidades que não imaginávamos”.

Maia ressaltou que a grande mudança ocasionada pelo coronavírus foi a tecnológica. “Estamos há quase 4 meses vivendo a pandemia e isso representa cinco anos de avanço tecnológico. Vi empresas de distribuição que sequer planejavam entrar no e-commerce e tiveram que fazer isso rapidamente para não perder negócios ou para conseguir atender o cliente com excelência”, explica.

Com essa realidade, surgiu um novo jeito de fazer negócios e de se relacionar com os clientes, na opinião do palestrante. “A taxa com que o novo derruba o obsoleto é espantosa. Prevejo uma mudança substancial na forma como o mercado fará negócios, inclusive no formato da distribuição e vendas de seguros”.

Como os corretores podem vender mais?

Dentre as mudanças trazidas pelo avanço da tecnologia, Maia destaca que o acesso à informação é um fator que influencia as relações comerciais. “Hoje em dia, os clientes têm muito mais facilidade para obter informações sobre seus seguros, porque está tudo na Internet. Além disso, insurtechs e seguradoras aumentaram o uso da tecnologia para fazer negócios com seus clientes”.

“Com as novidades e facilidades trazidas pelas insurtechs, como ficam os corretores de seguros?”, questionou o especialista. “O cliente não quer comprar seguros, mas adora se sentir protegido. O corretor já fazia isso, mas o papel decisivo a partir de agora é proporcionar a consciência de que ele é o agente de proteção da família, da empresa, do negócio, do automóvel do cliente”.

Dessa forma, Maia afirma que é necessário haver uma mudança de postura e posicionamento. “O corretor precisa sim, conhecer toda a parte técnica, mas só isso não vai fazer pagar os boletos. Essa é uma exigência do novo normal daqui pra frente. Faça um questionamento: por que o cliente irá comprar de você, além do quesito preço?”. A resposta, para ele, é que o cliente escolhe quem oferece algo diferente. “Essa é a questão para se entender e tentar chegar nesse novo mundo. Uma nova forma de trabalhar daqui pra frente. Esse aspecto é decisivo para o profissional de seguros”.

Ao finalizar, o especialista aconselhou os corretores a explorarem as relações humanas e oferecerem algo que vai além da tecnologia. “Descubra um diferencial único para chamar de seu. Compartilhe isso nas suas propostas. Esse diferencial precisa ser autêntico e verdadeiro, precisa ser cumprido”.

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